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Amazonino afirma que suspensão da eleição gerou insegurança nas leis

Seis dias depois da sentença do ministro Ricardo Lewandowski, do Superior Tribunal Federal (STF), que suspendeu a Eleição Suplementar no Amazonas, o ex-governador Amazonino Mendes (PDT) afirmou, em entrevista ao Portal do Holanda, nesta terça-feira (4), que a suspensão causou uma confusão desnecessá...

Redator OK Amazonas · Redação OK Amazonas
4 de julho de 2017, 16:43 · 2 min de leitura
Amazonino afirma que suspensão da eleição gerou insegurança nas leis
Portal do Careiro

Seis dias depois da sentença do ministro Ricardo Lewandowski, do Superior Tribunal Federal (STF), que suspendeu a Eleição Suplementar no Amazonas, o ex-governador Amazonino Mendes (PDT) afirmou, em entrevista ao Portal do Holanda, nesta terça-feira (4), que a suspensão causou uma confusão desnecessária ao Estado. Para Amazonino, a decisão gerou incerteza, insegurança do direito e das leis.

“A gente percebe do ponto de vista institucional que o Brasil é uma criança. Deixa muita a desejar. O poder judiciário é o poder por excelência que regula a sociedade, as relações das pessoas. No Brasil, é invertido. De repente, o poder judiciário, através de um tribunal superior, numa votação expressiva de 5 a 2, dá uma decisão. Aí um outro membro de um tribunal superior, sozinho, de forma monocrática, cassa a decisão. Isso estabelece uma confusão desnecessária”, comentou.

Amazonino disse que o atual momento pede paciência. “Não é tão satisfatória a Justiça dessa forma, mas é pior sem ela. Temos que aguardar a decisão”, frisou.

Gilberto Mestrinho – Durante a entrevista, de, aproximadamente, 30 minutos, Amazonino lembrou do saudoso amigo, o ex-governador Gilberto Mestrinho. Ele afirmou que Gilberto foi o responsável por colocá-lo na vida pública.

“Ele me conhecia da época da juventude, antes do golpe (de 64). Eu era líder estudantil. Lembro-me que ele (Gilberto) voltou dois anos antes anistia, construiu a eleição dele. subindo e descendo barranco. Eu já estava no ramo empresarial e fui advogar para a campanha dele. Ele, eleito governador, me surpreendeu convidado para eu ser prefeito (de Manaus). Recusei. Mas ele ponderou. A vocação era tão grande e a pressão política no espírito era gigantesca que eu voltei e fechei. Devo a ele. Devo a ele muita mais”, declarou em tom emocionado.

Fonte: Assessoria

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